Wednesday, May 30, 2007




“Crises Empresariais com a Opinião Pública” (Xérox capitulo v, subtítulos de 78 a 98), do jornalista Roberto de Castro Neves, trás um conjunto de idéias que nos subvertem a pensar sobre a mídia e seus segmentos, relatados também na aula de opinião pública da professora e Jornalista Indiara Ferreira.

Nós consumidores e RP’s a favor ou contra elas?Perguntas que fazemos diante das situações que nós enfrentemos. CEOP’S mais conhecidas como crises empresariais, muitas delas solucionadas. Segundo o livro depende da repercussão da imprensa quando chegada nela “consumidores insatisfeitos com um produto comentam entre eles à boca pequena”. Ou até mais “repercussão negativa chega à imprensa... é amplificada... aquele estrago que aconteceria de longo prazo pode ser antecipado”. Quando em crise não há publicidade é mais fácil, de se concentrar na solução do problema.
Esclarecendo alguns fatos o autor coloca na página 138, no tópico 7 o seguinte: “repórter é treinado para ser isento... ensina-se na faculdade de jornalismo que o bom (boa) repórter seria aquele (a) com a capacidade e habilidade de reportar um evento sem que o leitor descubra a opinião pessoal do autor da reportagem”. E diz mais “conheci muitos jornalistas honestos, sérios, inteligentes, competentes, mas nenhum isento”. Com base nas informações podemos pensar que a afirmação é verdadeira nos jornais que lemos hoje o jornalista expõe sua opinião, indiretamente. Alguns ainda colocam claramente, mostrando uma opinião já formada e pessoal.
Mas logo em seguida o autor demonstra que a crise dá sustentabilidade aos jornalistas e destaca seus RP’s. Pelo fato que os comunicadores carregam uma demanda de investigações, pesquisas, questionamentos, apurações de decisões pensadas rapidamente, mediante as crises. Alguns tiram proveito, outros merecem ser reconhecidos.
Nos subtítulos 79, 80, 81, 82, 83, os jornalistas se definem por uma profissão arriscada “a competição é desenfreada entre os jornalistas pela noticia, pelo futuro... com exclusividade”. O mesmo acontece com as empresas e os empresários. Onde a mídia pode difama a empresa como também pode destacá-la diante de todos, até da opinião públicas. Os jornalistas também fazem parte desse meio por serem o principal representante da mídia, basta saber quando as noticias são verdadeiras, ou quando são magníficas invenções.
Concluindo e entrando nos cases, penso que a mídia tem um poder imenso não só com a própria mídia, mas também com tudo que está relacionado no mundo. Pequenas noticias, até grandes cases dos mais diversos tipos que foram colocados nos subtítulos 84 à 96. De acordo com (Beatriz Carlini-Cotrim; José Carlos F. Galduróz; Ana R. Noto, Ilana Pinsky - "A mídia na fabricação do pânico: um estudo no Brasil") “é necessário que cada pessoa exercite sua atitude crítica, filtrando as informações recebidas, questionando-as, fazendo um contraponto e buscando, na opinião pública, uma opinião própria, particular, com a qual se identifique e na qual acredite”.

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