INFLUÊNCIAS DA MÍDIA
A transformação da mídia, na busca de uma liberdade de expressão vinculada a uma liberdade de acesso aos meios necessários para colocarmos nossas idéias onde desejamos, transformando pessoas. O poder da mídia vai além, de ante de nós. É crescente o seu poder de formar, transformar o comportamento das pessoas. À medida que a TV joga as informações, as pessoas assimilam e levam para a sua vida real. Desse modo todos nós somos influenciados na construção do caráter psicológico, social e político. Assistir a TV pode nos levar a absorção de influencias positivas ou negativas cabe a nós saber realmente o que nos agrada. Mas isso não é tão fácil quanto pareci, pois a mídia pode te manipular sem que você perceba.
Pesquisas realizadas com diferentes públicos, revelam que a mídia influencia brutalmente nos comportamento sexual das pessoas. As imagens de sexo, mostradas na mídia de forma clara hoje, faz com que as pessoas sejam incentivadas ao sexo, em alguns casos, a brutalidade sexual, como a submissão da mulher sob o homem etc. À medida que a pornografia aumenta, as pessoas ficam mais perturbadas, aproximadas da atração física ”carnal”. Um exemplo é a frase de Robin Morgan (1980, p.139) “A pornografia é a teoria, e o estupro é a prática”.
No caso das crianças é difundido semelhantemente, pois elas vêem desenhos de luta, agressivos e tendem a se tornarem, adultos revoltados, conturbados ou até mesmo marginais. Se houvesse mais restrições de horários, propagandas e programas, talvez nossas crianças fossem menos materialistas e mais amorosas, afetivas e passavam a valorizar a 1º mídia. Hoje nascem sabendo mexer em computadores, máquinas digitais, mp3 etc. Esquecem do de prática esportes, abraçar sua mãe, beijar seu pai, serem realmente crianças.
A televisão é um meio muito eficaz de divulgar uma mensagem a um grande número de pessoas. O problema está em definir que tipo de mensagens e para quem. Na prática é qualquer mensagem para qualquer pessoa que esteja em frente ao aparelho de TV. E isto se torna preocupante, à medida que observamos que grande parte do público que assiste à televisão é formada por crianças, que são, justamente, os indivíduos mais vulneráveis. As mensagens da telinha, porém, também agem por impregnação, de modo quase subliminar, pois o "conteúdo" é mascarado pela forma, por apelos comunicacionais muito eficazes, tais como alusão arque típicas, situações humorísticas ou de grande dramaticidade, personagens vividos por galãs ou atrizes muito apreciadas. As reações de adesão ou rejeição dos personagens tendem a ser produzidas mais por envolvimentos emotivos que por considerações ideológicas ou éticas. As reações emotivas provocadas pelos personagens induzem os indivíduos a assumir ou rejeitar os valores por eles representados.
Os impulsos agressivos são ocasionados, por uma onde de sentimentos acumulados. Através de mensagens da mídia, o individuo guarda informações focadas no que lhe agradam, porém que não é admitido por ele. É o caso do estupro. Na TV varias pessoas sentem prazer ao ver cenas de estupro, porém não admitem que gostem e carregam todas as cenas na sua mente. Chegamos então à catarse, como eliminar, esvaziar seus sentimentos reprimidos. Se não esvaziar pode acumular, chegando a dar risco à sociedade formando estupradores, dependendo da pessoa.
Comunicadores pensam que a violência vem primeiro que a TV. Dizem que “a televisão apenas reflete e atende aos nossos gostos”.
Pesquisas realizadas com diferentes públicos, revelam que a mídia influencia brutalmente nos comportamento sexual das pessoas. As imagens de sexo, mostradas na mídia de forma clara hoje, faz com que as pessoas sejam incentivadas ao sexo, em alguns casos, a brutalidade sexual, como a submissão da mulher sob o homem etc. À medida que a pornografia aumenta, as pessoas ficam mais perturbadas, aproximadas da atração física ”carnal”. Um exemplo é a frase de Robin Morgan (1980, p.139) “A pornografia é a teoria, e o estupro é a prática”.
No caso das crianças é difundido semelhantemente, pois elas vêem desenhos de luta, agressivos e tendem a se tornarem, adultos revoltados, conturbados ou até mesmo marginais. Se houvesse mais restrições de horários, propagandas e programas, talvez nossas crianças fossem menos materialistas e mais amorosas, afetivas e passavam a valorizar a 1º mídia. Hoje nascem sabendo mexer em computadores, máquinas digitais, mp3 etc. Esquecem do de prática esportes, abraçar sua mãe, beijar seu pai, serem realmente crianças.
A televisão é um meio muito eficaz de divulgar uma mensagem a um grande número de pessoas. O problema está em definir que tipo de mensagens e para quem. Na prática é qualquer mensagem para qualquer pessoa que esteja em frente ao aparelho de TV. E isto se torna preocupante, à medida que observamos que grande parte do público que assiste à televisão é formada por crianças, que são, justamente, os indivíduos mais vulneráveis. As mensagens da telinha, porém, também agem por impregnação, de modo quase subliminar, pois o "conteúdo" é mascarado pela forma, por apelos comunicacionais muito eficazes, tais como alusão arque típicas, situações humorísticas ou de grande dramaticidade, personagens vividos por galãs ou atrizes muito apreciadas. As reações de adesão ou rejeição dos personagens tendem a ser produzidas mais por envolvimentos emotivos que por considerações ideológicas ou éticas. As reações emotivas provocadas pelos personagens induzem os indivíduos a assumir ou rejeitar os valores por eles representados.
Os impulsos agressivos são ocasionados, por uma onde de sentimentos acumulados. Através de mensagens da mídia, o individuo guarda informações focadas no que lhe agradam, porém que não é admitido por ele. É o caso do estupro. Na TV varias pessoas sentem prazer ao ver cenas de estupro, porém não admitem que gostem e carregam todas as cenas na sua mente. Chegamos então à catarse, como eliminar, esvaziar seus sentimentos reprimidos. Se não esvaziar pode acumular, chegando a dar risco à sociedade formando estupradores, dependendo da pessoa.
Comunicadores pensam que a violência vem primeiro que a TV. Dizem que “a televisão apenas reflete e atende aos nossos gostos”.
Crianças não têm percepção do que é certo ou errado. De alguma forma recebem impulsos agressivos que as fazem aprenderem novas formas de agredir.
Depois de assistir a cenas de violência sexual, muitos homens, passam a agir com mais violência em relação à mulher.
O poder da persuasão é uma capacidade que muitas vezes tem de ser desenvolvida. Para conseguir convencer é necessário demonstrar muita segurança e confiança. Convicção e energia são também bons aliados da sua argumentação. O poder da persuasão é tão antigo como a humanidade. O sucesso da persuasão vai além da força dos seus argumentos. Ao contrario da manipulação da mídia no comportamento das pessoas que já é formado. A explicação para tanto sucesso é simples: armadas com os mais sofisticados recursos tecnológicos, assessoradas pelos mais hábeis profissionais da publicidade, mas totalmente desprovidas de qualquer princípio ético, as programações de TV invadem prepotentemente os lares que compõem a sociedade, apresentando de forma simultânea, em várias freqüências e cores, milhares de propostas divertidas. Nada melhor para encher uma vida vazia, carente de aspirações elevadas e sem padrões morais firmes! E cada um é fisgado por suas mais baixas tendências, por aquilo que tem de pior.
É impossível simplesmente limitar o acesso da criança a TV e, mesmo se fosse possível, os programas ditos "feitos para o público infantil", incluindo os desenhos animados, estão longe de corresponder ao ideal de transmissão de uma programação adequada. E quanto aos "programas infantis" apresentados por loiras magérrimas, super maquiadas e com roupas que as deixam semi-nuas ou sensuais? E, como se não bastasse, despejam sobre a criança (especialmente meninas) uma infinidade de produtos que as tornarão "mais bonitas, interessantes, descoladas", como sandálias de salto alto, roupas de gente grande e muita maquiagem e perfume. As editoras apostam na criança, na mulher e nos adultos em geral. O adolescente está relegado a pegar carona nas revistas do irmãozinho novo, do mais velho ou ficar sem ler. A preocupação de educadores, psicólogos, sociólogos, médicos e infanto-afins com o relacionamento entre crianças e adolescentes e a mídia é atávica. Num passado recente, manifestou-se através de pesadas críticas aos "gibis" (revistas em quadrinhos) que, na minha tenra infância era apontada como instaladores de maus hábitos de leitura e postura, e recrudesceu a partir do advento da televisão. Adolescentes atuais parecem amar o luxo. Tem maus modos e desprezam a autoridade. São desrespeitosos com os adultos e passam o tempo todo vagando nas praças... São propensos a ofender seus pais, monopolizam a conversa quando estão em companhia de outras pessoas mais velhas; comem com voracidade e tiranizam seus mestres.
Fontes: Google

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